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Nova Edícula Habitável


Dia Internacional da Mulher

Mulher   (Geraldo Azevedo/Neila Tavares) 

Eu sou a mãe da Praça de Maio 
Sou alma dilacerada 
Sou Zuzu Angel, sou Sharon Tate 
O espectro da mulher assassinada 
Em nome do amor 
Sou a mulher abandonada 
Pelo homem que inventou 
Outra mais menina 
Sou Cecília, Adélia, Cora Coralina 
Sou Leila e Ângela Diniz 
Eu sou Elis 

Eu sou assim 
Sou o grito que reclama a paz 
Eu sou a chama da transformação 
Sorriso meu, meus ais 
Grande emoção 
Que privilégio poder trazer 
No ventre a luz capaz de eternizar 
Em nós sonho de criança 
Tua herança 
 
Eu sou a moça violentada 
Sou Mônica, sou Cláudia 
Eu sou Marylin, Aída sou 
A dona de casa enjaulada 
Sem poder sair 
Sou Janis Joplin drogada 
Eu sou Rita Lee 
Sou a mulher da rua 
Sou a que posa na revista nua 
Sou Simone de Beauvoir 
Eu sou Dadá 
 
Eu sou assim... 

Ainda sou a operária 
Doméstica, humilhada 
Eu sou a fiel e a safada 
Aquela que vê a novela 
A que disse não 
Sou a que sonha com artista 
De televisão 
A que faz a feira 
Sou o feitiço, sou a feiticeira 
Sou a que cedeu ao patrão 
Sou a solidão 

Eu sou assim... 



Escrito por Vânia Beatriz às 00h27
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A Bailarina

Toda cidade que se preze tem sua figura folclórica. Esta é a "bailarina da praça", figurinha carimbada nos eventos de Porto Velho.  Onde lhe dão chance ela sobe ao palco, ocupa tribuna e microfones: dança , faz discurso de paz.  É uma pessoa inofensiva e muito simpática.

Encontrei-a hoje, trafegando na ciclovia. Tentei fotografá-la em movimento, mas ela fez questão de parar para que eu fizesse a foto. 



Escrito por Vânia Beatriz às 02h38
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As flores liláses das águas de fevereiro

  

 

Manhã de chuva. Rumo ao trabalho, tento exercer o respeito ao cidadão, diminuindo a velocidade para não banhar de lama o pedestre que se esquiva  da água projetada pelos carros que passam em alta velocidade.

 

Um motorista afobado aciona luz alta me apressando. Mais uma vez lembro que ainda não achei tempo para fazer um adesivo especial para colar na traseira do meu carro, com um recado aos apressadinhos: “Quer voar? Pegue a pista do aeroporto.”

 

Porque as pessoas correm tanto? Ao entrar na empresa, observei que o campo de futebol estava tomado por capim,  água e centenas de flores liláses. Um espetáculo magnífico para os olhos, num dia acinzentado pela chuva. Ainda lembrando o motorista apressado refleti: não é só na estrada, na vida cotidiana a maioria também é assim, corre muito e não acha tempo para contemplar as flores.

 

Logo em seguida, encontrei uma colega, que apontando para outra imensa área tomada de flores me disse: -  tu que gostas de lilás, vem ver como estão lindas estas flores. Surpresa com o teor da prosa puxada, me entreti por alguns minutos conversando , exatamente sobre o que eu acabara de observar.

 

Fui além, lembrando que ao sair de casa, Dona Odete, a cozinheira, me dissera que a enchente estava chegando no pé da sua cerca, lá no bairro da Balsa. Imaginei seu quintal encharcado e tomado de flores liláses. Conclui que,  diferente das flores amarelas cultivadas pela prefeitura nos canteiros da Av. Gov. Jorge Teixeira, as flores liláses , patrocinadas por São Pedro, são democráticas  florescem em qualquer lugar.



Escrito por Vânia Beatriz às 04h00
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Colação de Grau

Hoje cola grau  como Bacharel em Administração, minha irmã Telma, a quase caçula das meninas de D. Beatriz e seu Ferro. A Zany me pediu que escrevesse uma mensagem para ser incluída no Livro de Ouro dela. Estendo a homenagem, publicando-o aqui:

 

 

Telma, finalmente chegou o grande dia. Sei que passastes por momentos de tensão, períodos de dificuldades, provas e problemas que pareciam nunca acabar. Mas estavas ali, firme em teus  propósitos, perseverantes e principalmente com muita fé em Deus que este dia ia chegar.

Mana , esta caminhada não começou há 4 anos, mas desde a tua mais tenra infância, quando emburrada, ou melhor, literalmente empurrada, eu te levava para a escola, já que tu, com medo da professora feia, não querias ir estudar e abrias no berreiro. Foi preciso mudar de professora, de escola.

Depois de muito tempo, lá estava eu “te empurrando“ novamente, dando aquela força no pré-vestibular em Belém. Mas, os ímpetos da juventude falavam mais alto, tu e a Mara, a amiga inseparável, mais brincavam, badalavam, do que estudavam.

Então, foi assim, com o sacrifício de trabalhar de dia, estudar de noite e ainda cuidar dos filhos, do marido e da casa, que vencestes este desafio.

Com certeza todo o sacrifício que passastes serviu para acumular experiências. Agradeça ao Senhor, por te abençoar, te dar saúde e paciência para poder chegar até a formatura. Que esta seja mais uma das muitas vitórias a fazer parte de tua vida.

Parabéns!!!!!



Escrito por Vânia Beatriz às 17h43
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Em 3 tempos

Ainda meio devagar na blogagem, mas tentando não perder a mão:

 

Macapá

Estou em contagem regressiva , para a  viagem à Macapá . Faltam 35 dias. Infelizmente as noticias que me chegam de lá não são as melhores: uma virose tem derrubado quase todos da família, começou pelo pequeno Kauã, depois a irmã dele Yasmim. Papai, e @s sobrinh@s Betânia, Gabriele , Breno e  Mauricio, também foram acometido de uma “virose” ( palavra da moda para os médicos) que provoca vomito, febre e diarréia. Suspeita-se que seja em decorrência da má qualidade da água que chega nas torneiras das casas. Enquanto isso, Tia Mundinha segue internada.

 

Colação

A notícia boa é a colação de grau em Administração da mana Telma. Na semana passada, já foi o culto ecumênico e a aula da saudade, nesta semana será a cerimônia de colação. Parabéns mana, que todo o teu sacrifício e esforço seja recompensado, profissionalmente e financeiramente.

 

Trabalho e estudo

“Não posso me dispersar, não posso me dispersar, não posso me dispersar...”. Tenho que repetir mentalmente esse “mantra” para não me perder na leitura e escritura de e-mails e me fixar nas minhas tarefas e objetivos de estudo e trabalho, que começam a se acumular.



Escrito por Vânia Beatriz às 04h43
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Caminhão da Granero

De mudança para o novo endereço.

Cheguei! Sangue novo por aqui? Quer saber de onde eu vim?

 

DAQUI  , DALI, ou de DACOLÁ

  



Escrito por Vânia Beatriz às 00h11
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